IJEP Podcast

IJEP Podcast é o canal para divulgarmos o Campo Junguiano nas áreas da Saúde, Ciências da Religião, Psicossomática, Arteterapia e Expressões Criativas, Filosofia, Política, Medicina, Pedagogia, Economia e Cultura, sempre alinhadas com as nossas pesquisas a partir da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung

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Episodes

Monday Aug 12, 2024

Neste episódio, Waldemar Magaldi aborda sobre a Nomofobia (No Mobile Fobia), o medo de ficar sem o smartphone, e também sobre o Doomscrolling (ou Doomsurfing), o hábito de navegar sem rumo na internet e redes sociais, muitas vezes perdendo várias horas do dia nesse movimento automático e sem sentido, um verdadeiro vício em telas. Fazendo uma análise ampliada, demonstra como o tema da conexão e desconexão está presente, como sintoma, na sociedade. Com o medo crescente de ficar sem conexões, estamos, enantiodromicamente, ficando cada vez mais desconectados da alma, do outro, da alteridade, do amor e, portanto, de nós mesmos. Confira o vídeo e deixe seu comentário!
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Monday Aug 12, 2024

Neste audio, o Prof. Rafael faz um breve passeio histórico de como a Psicologia Analítica foi estruturada por Jung, para em seguida propor uma reflexão sobre os limites que definem o que é ciência ou não, de forma que você construa suas próprias constatações do caráter científico da Psicologia de Jung.
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Wednesday Jul 31, 2024

Neste episódio, o Prof. Waldemar Magaldi reflete acerca do Templo em Epidauro, o Oráculo de Cura com seu Teatro, célebre santuário de Asclepios, o deus da Medicina, que atraía doentes de todo o mundo. Essas práticas foram transmitidas para Hipócrates, o pai da medicina, possibilitando refletirmos sobre a busca pela cura, com seus ritos simbólicos necessários e sobre qual a sua relação com a medicina contemporânea, Abordando temas como metanoia, autoconhecimento e propósito - onde o ordinário e o extraordinário se encontram. Concluindo com considerações sobre o tema da cura na ótica da psicologia analítica.
 
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Tuesday Jul 23, 2024

Neste episódio, o Prof. Dr. Waldemar Magaldi analisa e amplia o conceito de sincronicidade, a partir da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, buscando simplificar esse tema complexo, sem perder a profundidade teórica, trazendo exemplos de casos práticos e teóricos do fenômeno. Ficou com alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários que iremos retornar. Deixe também sugestões de temas para trazermos para o nosso canal. Ajude a compartilhar nosso conteúdo para que chegue a mais pessoas! www.ijep.com.br

Tuesday Jul 23, 2024

Neste episódio, o Prof. Waldemar Magaldi busca simplificar temáticas complexas do campo junguiano, como, por exemplo, consciência, inconsciente pessoal e coletivo, ego, persona, sombra, complexos, projeção, fanatismo, processo de análise, caminho de individuação e mais. “[...] a psique em si não é uma unidade indivisível, mas um todo divisível e mais ou menos dividido. Embora as partes separadas estejam ligadas entre si, contudo, são relativamente independentes, a tal ponto que certas partes da alma jamais aparecem associadas ao eu, ou se lhe associam apenas raramente. A estas partes da alma chamei de complexos autônomos e fundei minha teoria dos complexos da psique sobre a sua existência. Segundo esta teoria, o complexo do eu forma o centro característico de nossa psique. Mas é apenas um dentre vários complexos. Os outros complexos aparecem associados, mais ou menos frequentemente, ao complexo do eu, e deste modo se tornam conscientes, mas podem existir também por um longo período de tempo sem se associarem ao eu. Um exemplo excelente e muito conhecido deste fenômeno é a psicologia da conversão de Paulo. Embora pareça que o momento da conversão tenha sido absolutamente repentino, contudo, sabemos por longa e variada experiência que uma transformação tão fundamental exige um longo período de incubação. E só quando esta preparação está completa, isto é, quando o indivíduo está maduro para a conversão, é que a nova percepção irrompe com violenta emoção. Saulo já era inconscientemente cristão desde muito tempo, e isto explicaria seu ódio fanático contra os cristãos, porque o fanatismo se encontra sempre naqueles indivíduos que procuram reprimir uma dúvida secreta. É por isto que os convertidos são sempre os piores fanáticos. A aparição de Cristo no caminho de Damasco assinala apenas o momento em que o complexo inconsciente de Cristo se associa ao eu de Paulo. O fato de Cristo lhe ter aparecido, então, de modo quase objetivo, como visão, explica-se pela circunstância de que o cristianismo de Saulo era um complexo inconsciente. Por isto é que este complexo lhe aparecia sob a forma de projeção, como não pertencendo a ele próprio. Ele não podia ver-se a si mesmo como cristão. Por isto ficou cego, em consequência de sua resistência a Cristo e só pôde ser curado de novo por um cristão. Sabemos, por experiência, que a cegueira psicógena em questão é sempre uma recusa (inconsciente) a ver. No caso de Saulo, esta atitude corresponde à sua resistência fanática ao cristianismo. Esta resistência, como nos mostra a Escritura, nunca desapareceu inteiramente em Saulo; ela irrompia ocasionalmente sob a forma de acessos, erroneamente explicados como epilepsia. Estes acessos correspondiam a um retorno subitâneo do complexo de Saulo, complexo que se dissociou com a conversão, como já acontecera com o complexo de Cristo.” (OC 8/2 - § 582) Deixe seu comentário ou dúvida! Ajude a compartilhar nosso conteúdo. www.ijep.com.br

Tuesday Jul 23, 2024

Com a psicologia analítica, C. G. Jung rompe com a ideia de autoridade técnica tão comum às disciplinas médicas: o analista não é capaz de saber mais sobre o analisando do que o próprio analisando. Mas, então, como o analista contribui para o tratamento do analisando? Servindo de referência, de exemplo. "Só o que somos pode nos curar", escreve Jung. Partindo dessa ideia, o Analista só será, de fato, útil ao analisando se for capaz de jogar luz sobre si mesmo. É a consciência da própria ferida e a capacidade de curá-la ou de conviver com ela e não de viver em função dela que inspira o analisando. Ao saber que o Analista, assim como ele, também é um homem ferido, o analisando descobrirá que também pode ser o curador de si mesmo, como tende a enxergar o analista. Mas para que assim o seja, realmente, o Analista precisa estar em permanente autocuidado. É aí que entra a necessidade da análise e da supervisão para o analista. O que achou do vídeo? Deixe seu comentário! WWW.IJEP.COM.BR

Tuesday Jul 23, 2024

Neste vídeo o Prof. Waldemar Magaldi nos instiga para a reflexão da imbecilidade humana que, por ganância materialista, negou a dimensão anímica e espiritual da vida cotidiana ao retirar a presença de Deus dos vários aspectos da natureza como árvores, animais, rios e até dos outros seres humanos, negando e até ridicularizando nossos antepassados que cultuavam e respeitavam a natureza. Agora, em consequência dessa negação, cada vez mais, estamos testemunhando a revolta desses deuses por meio da própria natureza abusada e maltratada por deixar de ser respeitada e tratada como divina! Faça seus comentários e ajude divulgar nosso canal.
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IMITAÇÃO PATOLÓGICA

Tuesday Jul 23, 2024

Tuesday Jul 23, 2024

A partir das ideias de C. G. Jung e Marie Louise Von Franz, nesse vídeo exploro a ideia de uma imitação patológica e massificada das pessoas na busca pelo mito do significado individual, ou aquilo que Jung chamou de processo de individuação. O fenômeno ganha novas proporções na contemporaneidade com a popularização dos chamados influenciadores que procuram vender, através das redes sociais, esquemas e soluções rápidas de como satisfazer essa condição de angustia constituinte do ser humano. Na minha visão, isso parece criar ainda mais aprisionamentos patológicos nas projeções feitas nesses indivíduos. www.ijep.com.br

O DIABO MORA NOS DETALHES

Tuesday Jul 23, 2024

Tuesday Jul 23, 2024

Neste vídeo o prof. Waldemar Magaldi amplia o ditado “O diabo mora nos detalhes” questionando: será que, de fato, os detalhes são diabólicos, no sentido de dividir e criar críticas e desconfortos? A lente de quem observa determina a natureza do que está sendo visto e uma atitude de abandono das unilateralizações, em busca de um olhar simbólico de integração, se faz necessária. Abordando, ainda, aspectos relativos à tipologia junguiana, às perspectivas pessoais e teóricas de Jung, Freud e Adler e o sentido das abordagens redutivas causais e prospectivas sintéticas. visite nosso site: www.ijep.com.br

Religião Junguiana

Tuesday Jul 23, 2024

Tuesday Jul 23, 2024

Neste episódio o prof. Rafael Souza apresenta uma reflexão sobre como o ato de praticar e estudar a psicologia junguiana pode levar o indivíduo a transformá-la numa espécie de religião. Paralelamente, ele tece comentários das razões porque não se deveria tomá-la dessa maneira, senão pensá-la como um exercício de percepção empírica da psique, não metafísica. www.ijep.com.br

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